La Vanguardia

“Vimos umas labaredas e, dentro delas, uns braços que se agitavam e, entretanto, apercebemo-nos que era uma pessoa. Corremos em direção a ela. Era apenas uma bola de fogo quando chegámos com os extintores”, contou um dos operários.



“Ela disse para a deixarmos, ela queria morrer e não queria que ninguém a ajudasse, já que ninguém a tinha ajudado durante a vida toda”.