A mulher garante que o filho lhe tinha mostrado sinais de ser capaz de brincar sozinho na rua e costumava voltar a casa poucos minutos depois para a assegurar que estava bem. No dia em que as autoridades foram chamadas, a criança estava na rua há cerca de 15 minutos.

 

“Ele estava lá fora e uma vizinha chamou a polícia. Agora temos um caso no Serviço de Proteção de Menores. Sempre que o meu filho não está no meu campo de visão, estamos a cometer uma violação”, disse Sonya Hendren.

A vizinha é Sonja Horrell, que, segundo a  CNN, está agora arrependida do que fez e afirma que não pretendia causar nenhum transtorno à família.

 

“Pensei que fosse levar apenas um aviso… e ela não o iria deixar sozinho na rua outra vez”.

O advogado da mulher garante que, para a acusação prosseguir, é necessário que seja provado que o filho de Sonya,  Tomahawk, estava em perigo.

 

“Se isto acontecesse há 20 anos atrás, não estaríamos aqui. Não teria havido um processo criminal”.

As acusações foram reduzidas a delitos menores e, alegadamente, as autoridades terão-lhe oferecido a possibilidade de passar apenas 30 dias na prisão e um ano de liberdade condicional. Contudo, Sonya Hendren diz ter recusado a proposta e que está a lutar para que todas as acusações sejam retiradas.