ataques de 13 de novembro



Pittsburgh Post-Gazette

“Depois ele continuou a conversa e começou a falar sobre o Estado Islâmico matar pessoas. Eu disse-lhe: ‘por acaso sou contra o EI. Não gosto deles'. Até lhe disse que estavam a matar pessoas inocentes. Nessa altura eu percebi que ele mudou de tom e começou a satirizar Maomé, que é o meu profeta, e começou a mudar o assunto para a sua vida privada”, contou o taxista, citado pelo The Telegraph.





“Eu senti que ele tinha a intenção de me matar”.



“As autoridades têm de enviar uma mensagem clara, dizendo que os crimes contra muçulmanos americanos, ou a qualquer outra minoria, não vão ser tolerados”.