Um tiroteio no Mercy Hospital, em Chicago, nos Estados Unidos da América, provocou na segunda-feira três mortos. O atacante, que também morreu no incidente, terá abordado uma mulher no parque de estacionamento, com quem teria tido uma relação no passado, o que levou uma amiga a intervir. Quando revelou que estava armado, a amiga terá fugido e chamado a polícia. O homem terá disparado sobre a polícia assim que os agentes chegaram ao local e fugiu para o hospital.

A mulher com quem o atacante terá tido uma relação amorosa e que foi abordada em primeiro lugar foi alvejada ainda no parque de estacionamento e terá morrido no ataque. Antes de morrer, o atacante fez ainda mais dois mortos. Um deles um dos agentes que respondeu ao incidente e uma farmacêutica, confirmou esta terça-feira o presidente da Câmara de Chicago, Rahm Emmanuel.

Na segunda-feira, o porta-voz da polícia, Anthony Guglielmi, adiantou que um agente e pelo menos um funcionário hospitalar estavam entre os hospitalizados em estado crítico.

Anthony Guglielmi informou que o autor do tiroteio estava morto, mas não especificou se se suicidou ou se foi abatido pela polícia.

A televisão MSNBC transmitiu imagens em direto, que mostravam o exterior do Hospital Mercy.

Anthony Guglielmi anunciou que várias pessoas tinham sido “atingidas” no tiroteio, apelando a que a população evitasse a área do hospital.

Houve “tiros (…) nas proximidades do hospital Mercy”, escreveu Guglielmi no Twitter, mencionando a existência de “várias vítimas”.

Na mensagem, Anthony Guglielmi disse ainda que “os polícias estão a fazer uma busca metódica ao hospital” e que, “pelo menos, um potencial atirador foi atingido”.

Fonte da polícia adiantou na altura que um agente tinha sido atingido e se encontrava em estado crítico.