«Quero que os cidadãos vejam o meu correio. Pedi ao Departamento de Estado que os publique e disseram-me que iriam revê-los para publicação o mais rapidamente possível»
HILLARY CLINTON, provável nomeada presidencial democrata, reação ao «mailgate»


tempestade

muito à frente nas sondagens

«mailgate» Presidente Obama



urante os anos como secretária de Estado



assumido pela própria

«Quando comecei o trabalho como secretária de Estado, optei pela conveniência de usar o meu email pessoal, oq ue foi autorizado pelo Departamento de Estado, porque pensei que seria mais fácil usar apenas uma conta de email para o meu trabalho e para os meus emails pessoais, em vez de dois. Olhando para trás, teria sido melhor se, simplesmente, eu tivesse usado uma segunda conta de email e um segundo telefone, mas, nessa altura, isso não foi para mim sequer um assunto. Depois, uma larga maioria dos meus emails de trabalho foram para funcionários do governo, para as suas moradas eletrónicas governamentais, o que significa que foram registadas e preservadas imediatamente no sistema informático do Departamento de Estado»
HILLARY CLINTON, conferência de Imprensa de reação ao «mailgate»



não era para menos









Em 2009, quando Hillary foi para o Departamento de Estado, o tema segurança informática não estava tão em cima da agenda mediática e política como hoje (ainda não tinha havido Snowden nem Estado Islâmico), mas os «ciberataques» já eram uma ameaça real à segurança do poder americano (com China e Rússia 







Germano Almeida é jornalista do Maisfutebol, autor dos livros «Histórias da Casa Branca» e «Por Dentro da Reeleição» e do blogue «Casa Branca»