“Tendo esta impressão vivida durante 30 dias, durante os quais não aparece uma resposta ou não aparece uma saída concreta. Esta decisão tem que ver com o facto de ele estar estável e, tendo também havido esta notícia recente de que todos foram transferidos para o Hospital Prisão de São Paulo, ele entende que faz mais sentido estar junto dos seus companheiros e ter o tratamento que tiver que ter lá e ficarem todos próximos uns dos outros e deixar de haver esta separação”, explicou.


“Acima de tudo, tem lá os 14 companheiros à espera e ele quer estar perto deles para que o caso acabe por resultar: trata-se de um conjunto de pessoas e não apenas uma pessoa isolada, ainda que essa pessoa esteja a fazer um enorme sacrifico físico para chamar a atenção para este caso”, explica Pedro Coquenão, amigo pessoal de Luaty Beirão e que como músico e artista usa o nome “Batida”.