Nas últimas 24 horas, Espanha não registou nenhuma vítima mortal por Covid-19 e o número de novos casos também desceu, tendo sido registados 71 (menos 25 que no domingo). 

Desde o início da pandemia já morreram 27.127 pessoas e 239.638 foram infetadas. 

Os dados diários indicam ainda que já passaram pelos hospitais 123.879 pessoas com covid-19, tendo dado entrada na última semana 245.

Nos últimos sete dias, Espanha registou apenas 35 vítimas mortais pelo novo coronavírus. 

Os serviços sanitários espanhóis recebem diariamente os números notificados pelas 17 comunidades autónomas do país que também fazem acertos em relação aos comunicados nos dias anteriores, o que tem levado a discrepâncias nos totais apresentados.

A validação individual dos casos está em curso, pelo que pode haver discrepâncias em relação à notificação agregada dos dias anteriores”, avisam os serviços sanitários espanhóis.

Neste momento, 70% do território espanhol encontra-se na segunda fase de desconfinamento. O país decretou o estado de emergência em 14 de março para travar a expansão da pandemia, estando a meio de um processo de desmantelamento das medidas tomadas de confinamento que tem ritmos diferentes nas várias regiões e que termina no final de junho.

Espanha já anunciou que vai abrir as fronteiras, nomeadamente ao turismo internacional, a partir do início de julho, na mesma altura em que acaba a obrigação de cumprir uma quarentena de 14 dias para todos os que vêm do exterior.

O parlamento espanhol deverá aprovar na quarta-feira o sexto prolongamento consecutivo de 14 dias do período de exceção, numa altura em que há muitas críticas a essa medida, principalmente dos partidos da oposição de direita, que já anunciaram que iriam votar contra.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 372 mil mortos e infetou mais de 6,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

 

 

 

Cláudia Évora