Depois de o presidente francês, Emmanuel Macron, ter avançado, quinta-feira, que ia pedir ao G7 para discutir os incêndios na Amazónia, Jair Bolsonaro reagiu prontamente. O presidente do Brasil acusou Macron de "instrumentalizar uma questão interna do Brasil e de outros países da Amazónia para ganhos políticos pessoais".

O tom sensacionalista com que se refere à Amazónia (apelando até para fotos falsas) não contribui em nada para a solução do problema", afirmou Jair Bolsonaro.

 

Segundo a imprensa brasileira, o governo reuniu-se de emergência na noite de quinta-feira e constituiu um gabinete de crise. As decisões da reunião devem ser conhecidas esta sexta-feira, mas em cima da mesa está a possibilidade de mobilizar o exército para o combate aos incêndios na Amazónia.

Várias celebridades já se juntaram à defesa da Amazónia. Cristiano Ronaldo, Madonna ou Leonardo Di Caprio foram apenas algumas das que chamaram a atenção para os fogos devastadores.

O governo alemão já se juntou a Emmanuel Macron, e também quer a questão da Amazónia discutida na reunião do G7.

Jair Bolsonaro tem estado em destaque nos últimos dias, com muitas pessoas a acusar o presidente brasileiro de desvalorizar a grave situação numa das maiores florestas do planeta. Notícias avançaram mesmo alguns planos do executivo brasileiro para a Amazónia.

A presidência francesa já respondeu, afirmando que "tendo em conta a atitude do Brasil nas últimas semanas, o presidente não pode se não constatar que o presidente Bolsonaro lhe mentiu na Cimeira de Osaka”, afirmou, referindo-se à Cimeira do G20 que se realizou no final de junho.

O Presidente Bolsonaro decidiu não respeitar os compromissos ambientais e não se empenhar em matéria de biodiversidade. Nestas condições, França opõe-se ao acordo com o Mercosul tal como está”, acrescentou.

O anúncio de que França se vai opor ao acordo com a Mercosul surge depois de também a Irlanda ter anunciado a renúncia ao acordo.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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