O jihadista Fabian Clain, que reivindicou em nome do Daesh os ataques de Paris, em novembro de 2015, foi morto, na quarta-feira, num bombardeamento da coalizão internacional, em Baghouz, Síria. O irmão do terrorista ficou ferido com gravidade no mesmo ataque.

A notícia foi avançada, esta quinta-feira, por vários órgãos de comunicação social franceses que garante que apenas falta a confirmação formal através de testes de ADN. Clain e o irmão reivindicaram os ataques de Paris, em novembro de 2015, naquele que foi o mais mortífero de uma série de ataques que abalou o país nos últimos anos.  

Os testes para a confirmação oficial estão a decorrer neste momento", garantiu fonte próxima do caso à BFM TV.

Os dois irmãos faziam parte das quatro figuras, entre os terroristas com ligações diretas ao ataque, que ainda permaneciam vivos. Só Salah Abdeslam, responsável pela logística da operação e pelo ataque ao Bataclan, e Mohamed Abrini, que esteve ainda envolvido nos ataques ao aeroporto de Bruxelas, em 2016, permanecem vivos, mas sob custódia policial.  

No dia 13 de novembro, a França foi atingida pelos piores atentados da sua história. Nove ‘jihadistas’ mataram 130 pessoas e feriram mais de 350, em Paris, na sala de concertos Bataclan (90 mortos), nas esplanadas de vários bares e restaurantes (39 mortos) e perto do Estádio de França (um morto).