A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador do Brasil, aprovou, esta quarta-feira, o uso de emergência da vacina de dose única contra a covid-19 da Janssen, subsidiária europeia da Johnson&Johnson.

O laboratório, que já havia obtido da Anvisa os certificados de boas práticas de fabrico do imunizante, entrou com o pedido de uso de emergência em 24 de março, recebendo o aval do órgão regulador brasileiro.

O Ministério da Saúde do Brasil já tinha fechado contrato para a aquisição de 38 milhões de doses do antídoto de dose única da Janssen, a serem entregues no 3.º e no 4.º semestre deste ano, e com o valor unitário de 10 dólares (8,53 euros, no câmbio atual) por dose.

No país sul-americano, as vacinas da Pfizer e a da AstraZeneca/Oxford já obtiveram o registo definitivo para aplicação na população brasileira, e a CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac, mas em produção no Brasil pelo Instituto Butantan, recebeu a autorização para uso de emergência.

O imunizante da Janssen envolveu testes clínicos realizados em diferentes países, inclusive o Brasil.

O Brasil, que atravessa o seu momento mais critico na pandemia, totaliza 317.646 óbitos e 12.658.109 diagnósticos de infeção desde que o primeiro caso foi registado no país, há cerca de 13 meses.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.805.004 mortos no mundo, resultantes de mais de 128,1 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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