A justiça espanhola condenou esta quinta-feira a penas de prisão de entre oito e 53 anos os três homens acusados de terem ajudado a célula ‘jihadista’ responsável pelo duplo ataque que matou 16 pessoas em 2017, na Catalunha.

A Audiência Nacional, um tribunal especial que trata dos casos mais graves, condenou a 53 anos de prisão Mohamed Houli, que foi ferido na explosão em Alcanar (Tarragona); a 46 anos Driss Oukabir, que alugou a carrinha de Las Ramblas; e a oito anos Said Ben Iazza, por ter emprestado os seus documentos e uma carrinha para comprar e transportar dispositivos explosivos.

Os ataques de 17 e 18 de agosto de 2017, reivindicados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI), deixaram 140 pessoas feridas e tiveram como alvo a famosa avenida das Ramblas, no centro de Barcelona, quando um carro avançou pela zona pedonal e atropelou mortalmente 16 pessoas.

As vítimas, na sua maioria turistas, eram de vários países (Espanha, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, Itália e Portugal). Entre elas estavam duas crianças, de três e sete anos.

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/ CE