Enquanto alguns portugueses ainda estavam na cama, do outro lado do mundo já havia quem festejasse a entrada em 2020. As ilhas de Kiribati e Samoa, no Pacífico festejaram o novo ano quando eram 10:00 em Portugal continental.

Seguiram-se as ilhas da Nova Zelândia e da Tonga, também no Pacífico.

Estas duas ilhas, que têm 14 horas de diferença de Portugal, têm pouco mais de 300 mil pessoas em conjunto.

Refira-se que este fuso horário só é praticado pela Samoa desde 2011, altura em que foi alterado para facilitar os negócios com a Austrália e a Nova Zelândia.

Entretanto, a Nova Zelândia também já recebeu 2020. Numa cerimónia com pompa e circunstância, aquele país da Oceânia não poupou na música e no fogo de artifício.

Na cidade neozelandesa de Auckland, houve um espetáculo de fogo de artifício, a partir da Sky Tower, com a altura de 1.075 pés, que contou com dezenas de milhares de foliões para celebrar a passagem de ano.

Às 13:00 de Lisboa, 2020 vai chegar ao leste da Austrália, incluindo Sydney, onde vai ser realizado um espetáculo de fogo de artifício, mas a festa é ofuscada pelos enormes incêndios que assolam o país.

A entrar no ano novo ao mesmo tempo que em Lisboa, o Reino Unido concentra as celebrações na cidade de Londres, com 12.000 fogos de artifício, incluindo 2.000 disparados do London Eye, no rio Tamisa, e os carrilhões do Big Ben.

Em Lisboa, a entrada de 2020 vai ser feita na Praça do Comércio com concertos dos Xutos e Pontapés e dos Ornatos Violeta, mas o trânsito de acesso àquela zona vai estar cortado a partir das 17:00, e vão ser montados nove pontos de entrada com revista.

No Porto, os eventos “Concerto de Fim de Ano 2019 e Passagem de Ano 2019/2020” já decorrem desde o dia 20, altura em que se iniciaram condicionamentos de trânsito em várias ruas.

Na cidade neozelandesa de Auckland, houve um espetáculo de fogo de artifício, a partir da Sky Tower, com a altura de 325 metros, que contou com dezenas de milhares de foliões para celebrar a passagem de ano.

Às 13:00 de Lisboa, 2020 chegou ao leste da Austrália, incluindo Sydney, onde se realizou um espetáculo de fogo de artifício, ainda que a festa tenha sido ofuscada pelos enormes incêndios que assolam o país.

Países como o Japão ou a Coreia do Norte também já celebraram a entrada em 2020.

A tarde prosseguiu com a chegada do novo ano à Tailândia, com um espetáculo grandioso de fogo de artifício em Banguecoque.

E, ao início da noite, as boas-vindas a 2020 tiveram uma recepção de luxo no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O local mais procurado e mais icónico para assistir à passagem de ano foi o edificio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, um arranha-céus com mais de 800 metros de altura. A passagem de ano é uma operação logística de grande escala com milhares de polícias, bombeiros e militares mobilizados para esta noite, que é um dos pontos mais altos da vida cultural do Dubai.

A entrar no ano novo ao mesmo tempo que em Lisboa, o Reino Unido concentra as celebrações na cidade de Londres, com 12.000 fogos de artifício, incluindo 2.000 disparados do London Eye, no rio Tamisa, e os carrilhões do Big Ben.

Seguem-se as Américas durante a madrugada de Lisboa.

/ AG