O Presidente da República português já reagiu à vitória do seu novo homónimo austríaco. Numa nota enviada à TVI, Marcelo Rebelo de Sousa dirige a Alexander Van der Bellen, "as mais calorosas felicitações e votos de sucesso para o exercício das nobres funções que o povo austríaco lhe acaba de confiar".

Estou certo que, enquanto chefes de estado de dois países que partilham os mesmos valores democráticos e europeus, saberemos reforçar os laços de amizade e de cooperação que unem a Áustria a Portugal, procurando encontrar novas oportunidades para se desenvolverem e aprofundarem no domínio bilateral, no quadro da união europeia ou mesmo no âmbito do grupo de arraiolos, de que ambos fazemos parte", acrescenta a mesma nota.

PS congratulou-se hoje com a vitória do candidato independente

Também o PS já se congratulou-se hoje com a vitória do candidato independente, apoiado pelos Verdes, nas eleições presidenciais na Áustria, considerando que os eleitores "rejeitam as propostas políticas baseadas no populismo e na intolerância". 

O PS congratula-se com a vitória do candidato independente, [Alexander] Van Der Bellen, e com a derrota do candidato da extrema-direita [Norbert Hofer] nas eleições presidenciais austríacas, sinal de que os eleitores austríacos rejeitam as propostas políticas baseadas no populismo e na intolerância", afirmam os socialistas, numa mensagem divulgada esta noite.

Van der Bellen, 72 anos, é creditado com 53,6% dos votos contra 46,4% do seu adversário, de 45 anos, na segunda volta das presidenciais austríacas, segundo as projeções que incluem os votos por correspondência que só serão contados na segunda-feira.

O vencedor das eleições já afirmou que a sua vitória demonstra que "é possível ganhar eleições com uma mensagem pró-europeia".

A extrema-direita foi derrotada nas eleições presidenciais austríacas deste domingo. O candidato independente, Van der Bellen, acabou por derrotar de forma clara o candidato mais populista e que fez uma campanha baseada em slogans anti-imigração e anti-islão.

Hofer e o seu Partido da Liberdade (FPÖ) já reconheceram a derrota.

Redação / ALM