" A nossa história  baseia-se na persistência dela. Muita gente aproximou-se de mim no Facebook. Muita, muita, muita, muita gente. Mas ela foi diferente. Ela insistiu. Eu não acreditava no amor pela internet. Mas ela mudou-me", disse Herrera, cinco anos depois, à BBC.


"Tenho o mesmo trabalho que fazia na San José, mas agora estou numa empresa mineira maior, com padrões de segurança. Não tenho nada de mal a dizer sobre ela. Aqui o capital humano importa e temos a opção de parar quando quisermos. Em San Jospe não podíamos reclamar, tínhamos que assumir (as tarefas) e pronto."


"Como mulher de um mineiro, sabia que passaríamos algum tempo separados. Mas os dias que passo sozinha são necessários para mim. Nós alemães somos assim, precisamos de tempo para nós mesmos."


"Tenho lembranças sobre as quais não gosto de falar, claro, as partes trágicas. Mas é estranho, porque também  pode dizer-se que o acidente me trouxe coisas boas. Graças ao acidente, tenho uma mulher e estamos a construir a nossa família. A minha vida mudou, mas para melhor."


Redação / RFO