Não é a primeira vez que uma marca de roupa é criticada por vender peças que lembram o Holocausto, e desta vez aconteceu em Espanha, noticia a CNN Style.

A marca de luxo e pronto-a-vestir Loewe tinha à venda peças, como parte da coleção limitada William De Morgan, que ficou disponível a 14 de novembro e é inspirada nas obras do ceramista britânico do século XIX, que faziam lembrar os fatos que os judeus vestiam nos campos de concentração. O valor das peças rondava os 5.000 mil dólares (4.521 euros) cada.

Muitos dos "polícias da moda" - incluindo a Diet Prada no Instagram - citaram as semelhanças com os ditos uniformes que também consistiam em camisas com botões verticais e calças às riscas.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Unable to see anything but concentration camp uniforms in this $1,840 ensemble from @loewe ‘s William De Morgan capsule, a collection meant to “capture a freedom of imagination”. But with the particular stripe proportions and layout, uniform-style garments, and prominent chest patches, there’s not actually much left to the imagination when the resulting look is so uncannily disturbing. Fast fashion retailers like Urban Outfitters and Zara have had similar products slip through the cracks, which were generally blamed on third-party vendors and swiftly destroyed. Loewe has week-old comments calling this out on post featuring a black and white image from @britishvogue ... when will we see a response? • #Loewe #jwanderson #williamdemorgan #loewewilliamdemorgan #britishvogue #capsulecollection #fashion #designer #luxury #luxurybrand #fail #insensitive #holocaust #holocaustmemorial #uniform #prisoner #stripes #stripeshirt #pajamas #history #wwii #loewebag #jwandersonconverse #jwandersonxuniqlo #fashionfail #zara #urbanoutfitters #model #news #dietprada

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Na reação, a Loewe emitiu o pedido de desculpas através da conta no Instagram da marca e removeu os produtos de seu site.

"Soubemos que um de nossos looks pode ser mal interpretado como se referindo a um dos momentos mais odiosos da história da humanidade", dizia o comunicado, acrescentando que “nunca foi nossa intenção e pedimos desculpas a qualquer um que sinta que somos insensíveis às memórias. Os produtos apresentados foram removidos de nossa oferta comercial".


 

/ ALM