O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que, após a morte de Fidel Castro, cabe a todos os revolucionários do mundo “seguirem o seu caminho”.

Em mensagens publicadas no Twitter, Nicolás Maduro afirmou que o líder cubano e o venezuelano Hugo Chávez “deixaram aberto o caminho” para a libertação dos povos.

O chefe de Estado venezuelano indicou ainda ter falado já com o seu homólogo cubano, Raúl Castro, a quem transmitiu “solidariedade e amor ao povo de Cuba face à partida do Comandante Fidel Castro”.

O presidente russo, Vladimir Putin, sublinhou que a morte de Fidel significa "o fim de uma era" e elogiou o líder cubano como "um exemplo inspirador para muitos países".

"Fidel Castro era um amigo verdadeiro e leal da Rússia. Ele investiu pessoalmente no estabelecimento e desenvolvimento das relações entre Cuba e a Rússia."

O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, lamentou a morte de "uma figura de importância histórica".

O presidente francês, François Hollande, destacou que Fidel conseguiu representar para os cubanos "o orgulho da rejeição do domínio externo".

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou que com a morte do histórico líder cubano o “mundo perde um herói para muitos”. Em comunicado, o chefe do executivo europeu referiu que o legado desta “figura revolucionária do século XX” irá ser “julgado pela História”.

“Com a morte de Fidel Castro, o mundo perdeu um homem que foi um herói para muitos. Alterou o rumo do seu país e a sua influência chegou muito mais além.”

Juncker enviou as condolências ao atual chefe de Estado de Cuba, Raúl Castro, à família e ao “povo de Cuba”.

O Papa Francisco manifestou pesar pela morte do líder cubano e, num telegrama dirigido ao seu irmão Raúl, disse que vai rezar pelo seu descanso.

"Ao receber a triste notícia do falecimento do seu querido irmão, o excelentíssimo senhor Fidel Alejandro Castro Ruz, ex-presidente do Conselho de Estado e do governo da República de Cuba, expresso os meus sentimentos de pesar."

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, Boris Johnson, disse que a morte de Fidel Castro "marca o fim de uma era para Cuba".

"A morte de Fidel Castro marca o fim de uma era para Cuba e o começo de uma nova era para o povo de Cuba", declarou aos media britânicos o conservador Boris Johnson.

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, lamentou o desaparecimento do líder da revolução cubana Fidel Castro, descrevendo-o como uma “referência emblemática do século XX”.

“Fidel Castro foi um amigo do México, promotor de uma relação bilateral baseada no respeito, no diálogo e na solidariedade”, escreveu Enrique Peña Nieto numa segunda mensagem publicada na sua conta na rede social Twitter.

Já o presidente do Equador, Rafael Correa, escreveu na mesma rede social que morreu "um dos grandes".

O governo de El Salvador expressou a sua "gratitude eterna" e sublinhou que o "exemplo" de Fidel "viverá para sempre nas nossas lutas e florescerá nas nobres ideias das novas gerações".

Por sua vez, o presidente da Bolívia, Evo Morales, que visitou Fidel Castro em agosto deste ano, expressou no Twitter a "admiração e o respeito" que o seu governo nutre pelo líder da revolução cubana.

Morales sublinhou que Fidel "ensinou a lutar pela soberania do Estado e a dignidade dos povos do mundo".

O Presidente do Brasil, Michel Temer, afirmou que Fidel "foi um líder de convicções".

"[Fidel Castro] marcou a segunda metade do século XX com a defesa firme das ideias em que acreditava", acrescentou o chefe de Estado brasileiro, segundo uma mensagem divulgada pela assessoria da Presidência.

Já o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, lamentou a morte de "um grande amigo".

O presidente da Namíbia escreveu que a morte de Fidel é "o fim de uma era".

O primeio-ministro belga, Charles Michel, e o holandês, Mark Rutte, assinalaram a importância da figura do líder cubano Fidel Castro na história do século XX, mas também o défice de direitos humanos enquanto esteve no poder.

Com o desaparecimento de Fidel Castro, passa-se, sem dúvida, uma página importante na história política mundial", defendeu Charles Michel, em comunicado, realçando o "fim definitivo da Guerra Fria que tanto dividiu os povos no século passado".

Fidel Castro foi um dos rostos mais destacados do século XX, escreveu a história do mundo", apontou o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, segundo a agência do seu país, a ANP.

Já o presidente chinês, Xi Jinping, declarou que Fidel "viverá eternamente", numa mensagem lida na televisão após o anúncio da morte do líder cubano.

"O povo chinês perdeu um camarada bom e sincero", declarou Xi na mensagem, lida na abertura do jornal da noite no principal canal de televisão nacional.

"O camarada Castro viverá eternamente", acrescentou o presidente Xi, que é também secretário-geral do Partido Comunista chinês.

O Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, enviou uma mensagem de condolências ao governo e ao povo de Cuba, lembrando o papel do 'Comandante' na luta contra o 'apartheid'.

"O Presidente Castro identificou-se com a nossa luta contra o 'apartheid' [segregação racial], inspirou o povo cubano a juntar-se na nossa guerra; o povo cubano, sob a liderança do Presidente Castro, juntou-se à nossa luta."