Um cidadão libanês foi condenado pelos Estados Unidos a uma pena de 19 anos de prisão pelo envolvimento no ataque a um complexo diplomático norte-americano e um anexo da CIA em Benghazi em 2012.

Moustafa al-Imam, capturado na Líbia e depois levado para os Estados Unidos em 2017 para ser julgado, "desempenhou um papel importante" no ataque que matou o embaixador norte-americano na Líbia Chris Stevens, apontou a procuradora Jessie Liu, em comunicado.

Segundo a procuradora, Mustafa al-Imam, de 47 anos, esteve durante o ataque em contacto com Abu Khattala, outro líbio que também foi capturado pelas forças norte-americanas em 2014, para ser julgado nos Estados Unidos.

Este último foi condenado em 2018 a uma sentença de 22 anos de prisão.

O ataque, que ocorreu em setembro de 2012, matou o então embaixador norte-americano na Líbia, Chris Stevens, além do oficial do Departamento de Informação, Sean Patrick, e dos seguranças Tyrone Woods e Glen Doherty.

"A sentença contra o Al-Imam envia uma mensagem forte para aqueles que tentam cometer um crime tão vil", disse o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, citado em comunicado.

/ AM