Quando Marina Verbitsky chegou ao terminal do aeroporto Fort Lauderdale-Hollywood, no estado norte-americano da Flórida, com o marido e o filho, percebeu que estava demasiado atrasada.

No momento em que o avião se preparava para descolar, Marina disse a um empregado da companhia aérea JetBlue que precisava de entrar na aeronave, justificando que o seu filho tinha aulas nesse dia.

Porém, quando o funcionário lhe disse que era demasiado tarde para embarcar, o jornal Chicago Sun-Times relata que Marina começou a gritar insultos. Quando lhe pediram para revistar a mala, a discussão ficou ainda mais acesa.

Foi nessa altura que Marina disse aos trabalhadores que a sua bagagem continha uma bomba, alegadamente para atrasar o voo tempo suficiente para o conseguir apanhar.

Marina Verbitsky está agora acusada de um crime de falso alarme relativo a bombas, explosivas ou armas de destruição massiva. A fiança está assente em 10 mil dólares (cerca de 8,5 mil euros).

“Foi um erro”, disse um familiar de Marina que pediu para não ser identificado pelo Chicago Sun-Times. “Ela estava nervosa sobre a escola do filho. Foi uma confusão e ela não o fez propositadamente”.

O falso alarme gerado por Marina representa o último caso deste género nos meses mais recentes. Ela é, pelo menos, a segunda pessoa acusada de lançar um alerta falso de bomba no aeroporto de Fort Lauderdale , em dois meses.

Redação / HCL