O presidente do «Cabildo» de Lanzarote, Pedro San Ginés, enviou uma nota de imprensa em que decreta três dias oficias de luto em honra e memória de José Saramago, «filho adoptivo» de Lanzarote desde 19 de Dezembro de 1997.

«É uma grande perda para o mundo das letras, mas, em concreto, Lanzarote chora o desaparecimento do seu filho adoptivo, José Saramago, que desde a década de noventa uniu a sua vida e reconhecimento à ilha, compartilhando não só a sua memória literária, como também a sua pessoa», frisou Ginés.

Entretanto, o presidente da câmara de Tias, José Juan Cruz Saavedra, também declarou o seu profundo pesar aos familiares, amigos e leitores de Saramago. A povoação onde vivia o escritor também vai respeitar três dias de luto.

Para Saaverda, Lanzarote «perde um dos seus principais referentes humanos dos últimos anos, que fez com que a ilha figurasse também no mapa mundial da literatura, das ideias e do pensamento».
Redação / FC