antes de partir para a Turquia,



«Ele ficava atrás de mim, puxava-me o cabelo e depois fingia que quem o tinha feito era a mulher (para embaraço dela), que lhe pedia para parar. Ele comentava que eu tinha um rabo de cavalo muito tentador.»




«Estou a contar esta história porque sou a única pessoa que pode e parece que ele precisa que o lembrem que não é um deus, é apenas um homem.»

«Os cidadãos da Nova Zelândia sabem que não se pode entrar num café e puxar o cabelo das pessoas, especialmente se elas não gostam que isso se faça.»