“Depois de atacar uma aldeia, [o Estado Islâmico] divide as mulheres dos homens, executando os que tiverem 14 ou mais anos. As mulheres e mães são separadas; as raparigas são despidas, sujeitas a um teste de virgindade e avaliadas pelo tamanho do peito e beleza. As mais novas, e consideradas mais bonitas são vendidas por preços mais altos e enviadas para Ragga, a base do EI”, disse Bangura.











“Foi muito doloroso [ouvir os relatos]. Já trabalhei na Bósnia, Congo, Sudão do Sul, Somália e República Centro-Africana [e] nunca vi nada assim. Não entendo esta falta de humanidade”, acrescentou.