Uma norte-americana, mãe de oito crianças, foi parar aos cuidados intensivos, com uma hipótese de sobrevivência de 20%, após ter ficado infetada com covid-19.

Ganeene Starling, de 43 anos, contraiu o vírus depois do seu marido ter sido infetado no trabalho. Segundo a CNN, quatro dos seus filhos também ficaram infetados.

A mulher admitiu que tanto ela como a família recusaram levar a vacina por não a considerarem segura.

Tenho 43 anos de idade. Nunca na minha vida me senti tão perto da morte", contou.

Após ter ficado infetada, Ganeene começou a sentir dificuldades respiratórias e acabou por ser transportada para os cuidados intensivos de um hospital em Gainesville, nos EUA, onde ficou internada nove dias.

Foi-me dito que provavelmente morreria. Chamaram o meu marido, por volta das três da manhã, para lhe dizer que eu provavelmente não sobreviveria durante a noite", admitiu.

Depois desta experiência de quase morte, a norte-americana arrepende-se de não ter tomado a vacina e admite ter sido influenciada por teorias da conspiração.

Deixei as pessoas influenciar-me com as histórias de que 'o governo queria controlar-nos enchendo o nosso corpo com coisas'. Mas agora arrependo-me de não ter levado a vacina.  Era apenas ter tomado uma 'estúpida injeção' e podia ter evitado tanta coisa. Sinto-me parva de não a ter tomado", relatou.

Depois de passar nove dias no hospital, Ganeene voltou para casa, no entanto, continua a ter de receber oxigénio através de uma botija.

/ IC