“Não pode ser ultrajada uma criança que está acostumada a ser ultrajada na sua casa e que está familiarizada com a sexualidade e tem uma orientação homossexual”, escreveram os juízes Horacio Piombo e Benjamín Sal Llargués na sentença.











“O abuso sexual é um dos crimes mais aberrantes e a sua condenação não pode gerar quaisquer dúvidas e deve ser punida com o máximo rigor”, defendeu o dirigente.