Para o secretário-geral da ONU não basta patrulhar as águas ao largo da Somália para travar o fenómeno da pirataria. Ban Ki-moon pretende que a luta passe por levar à justiça os piratas.

«Só poderá conseguir-se um aumento significativo das detenções e processos judiciais de piratas quando as forças de segurança contarem com um apoio jurídico sólido», diz Ki-moon num relatório entregue segunda-feira ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Esse documento realça que na lei de vários países não existem mecanismos para a aplicação do Direito Internacional que permitam combater este tipo de criminalidade.