Estão previstos, para esta sexta-feira, vários protestos em centenas de países em prol de uma greve global das escolas pelo clima. Este movimento pode ficar para a história como a maior demonstração contra as alterações climáticas.

O objetivo passa por exigir ao governo de cada um dos países, que assumam compromissos e que definam medidas concretas para combater as mudanças climáticas. 

Este movimento surge três dias antes da cimeira das Nações Unidas - Cimeira de Ação Climática -, em Nova Iorque, onde o debate vai ser conduzido por jovens ativistas como Greta Thunberg.

António Gueterres, secretário-geral da ONU, pediu aos chefes de governo para não apresentarem discursos, mas sim planos concretos.

A Austrália foi palco dos maiores protestos: Melbourne organizou a maior marcha com a participação de 100 mil estudantes; Sydney contou com 80 mil; e Brisbane com 30 mil. Greta Thunberg reagiu, na rede social twitter, às "imagens incríveis" dos estudantes nas ruas. 

De acordo com a ativista sueca, foram organizados 4638 eventos em pelo menos 139 países.

E, apesar de ser uma greve mundial das escolas, são várias as associações humanitárias que se juntaram a esta iniciativa, bem como grandes marcas comerciais, como a Amazon e a Microsoft. 

Nas redes sociais são várias as publicações com imagens dos protestos nos vários cantos do mundo.