«O recreio é uma necessidade, não um privilégio», defendeu o ativista local Boniface Mwangi.





«Lançar gás lacrimogéneo sobre crianças é indesculpável», afirmou Macharia Njeru, presidente da « Independent Policing Oversight Authority».



A câmara municipal diz que se trata de um espaço público e alguns críticos vão mais longe e alegam que o negócio foi incitado por elementos corruptos.

«O governador, o senador e outras autoridades governamentais têm medo e não podem fazer nada para impedir que o recreio seja ocupado», afirmou Mwangi.