foi condenado em maio do ano passado a 10 anos de prisão e a mil chicotadas (50 de cada vez, ao longo de 20 semanas),






«Raif Badawi ainda está em risco. Não podemos ter a certeza que as autoridades da Arábia Saudia vão seguir o conselho médico e permitir adiar o castigo», disse o diretor da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África ao «The Guardian».