A Polícia Civil do estado brasileiro de São Paulo encerrou este sábado duas festas clandestinas com mais de 200 pessoas aglomeradas no centro da cidade.

De acordo com um comunicado da autoridade, cerca de cinquenta pessoas estavam a festejar sem máscara.

As autoridades autuaram os responsáveis por um dos estabelecimentos em causa, na Zona Sul da cidade de São Paulo, e também no município de Carapicuíba, por crimes contra a saúde pública. 

Os participantes na festa foram libertados, mas os organizadores foram levados à esquadra, onde foram autuados e postos em liberdade, de seguida.

No total, a polícia brasileira diz ter encontrado 117 pessoas, 17 delas sem máscaras, na Rua Baronesa de Bela Vista, na Vila Congonhas. E mais 100 participantes, 47 deles sem ter atenção às medidas sanitárias, na Estrada da Aldeinha, em Carapicuíba.

No Brasil, as aglomerações de pessoas e os eventos estão proibidos de funcionar durante a fase de transição de quarentena. De acordo com o plano de São Paulo para a reabertura económica, só podem estar de portas abertas os serviços essenciais, ainda que com regras específicas.

O Brasil registou 3.076 mortos por covid-19 e 71.137 infetados nas últimas 24 horas, de acordo com as autoridades brasileiras.

Desde o início da pandemia, o Brasil contabilizou 389.492 óbitos e 14,3 milhões de infetados.

O Brasil, que atravessa uma segunda vaga da pandemia, é o segundo país do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus, depois dos Estados Unidos da América, e o terceiro com mais infeções, depois da nação norte-americana e Índia.

Os números, no entanto, podem ser maiores, devido à redução nos fins de semana do pessoal responsável pela compilação dos dados junto das secretarias regionais.