Cerca de 150 civis, a maioria portadores de deficiência ou com necessidade de cuidados médicos, foram retirados de um hospital em Alepo, na Síria. Foi a primeira grande evacuação do setor leste, segundo o Comité Internacional da Cruz Vermelha.
 
A decisão foi tomada porque "estes civis e pacientes ficaram presos naquela unidade por dias por causa de confrontos pesados nas proximidades" e por "a frente de batalha estar a aproximar-se", explicou a chefe da delegação da Cruz Vermelha na Síria, citada pela Reuters. Marianne Gasser está, de resto, mesmo na cidade síria.
 
Entre as pessoas retiradas do hospital Dar Al-Safa na Cidade Velha, unidade que foi recuperada pela força do governo sírio, na terça-feira, 118 foram levadas para três hospitais no oeste de Aleppo.

Outras 30 pessoas foram reencaminhados para abrigos, também no oeste da cidade.

Ontem, seis potências ocidentais pediram o "cessar-fogo imediato" em Alepo. Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Itália e Reino Unido exortaram a Rússia e o Irão a “utilizarem a sua influência” sobre a Síria para o conseguir.