A primeira-ministra britânica Theresa May confirma que as autoridades já conhecem a identidade do alegado bombista suicida que, esta segunda-feira à noite, fez 22 mortos e quase 60 feridos, no exterior do Manchester Arena, no final de um concerto de Ariana Grande. A governante diz, contudo, não estar em condições de avançar ainda o nome do alegado terrorista, que se fez explodir e morreu no atentado.

Se houver outros responsáveis pelo ataque, vamos procurá-los e trazê-los à justiça.”

Numa comunicação ao país, depois da primeira reunião do gabinete de crise, Theresa May diz que a polícia e os serviços de segurança estão a trabalhar arduamente na investigação, tentando perceber exatamente o que aconteceu. Tudo indica que um único terrorista tenha atuado sozinho, utilizado um artefacto explosivo artesanal e tenha escolhido minuciosamente a hora de o fazer detonar, de forma a provocar “uma maior carnificina”.

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Classificando o ataque de Manchester como um dos piores ataques terroristas que alguma vez ocorreram no Reino Unido o pior que ocorrido no Norte de Inglaterra.

A primeira-ministra acrescentou que o ataque de Manchester se destaca pela “covardia terrível e repugnante”. May sublinha que entre os 22 mortos há muitas crianças e jovens e que, entre os 59 feridos, muitos estão a ser tratados a ferimentos potencialmente fatais.

Lutamos para compreender a mente conturbada e retorcida que vê um recinto cheio de crianças pequenas como uma oportunidade para a carnificina.”

 

Temos de continuar a trabalhar para impedir este tipo de ataques no futuro.”

Theresa May elogia a união da população de Manchester, visível nas imagens de pessoas a ajudarem-se umas às outras. E sublinha que todo o Reino Unido está agora unido em torno da cidade, “nesta altura terrível”.

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A governante instigou todas as pessoas que possam ter elementos que possam ajudar na investigação a procurarem e colaborarem com as autoridades.

O alerta terrorista mantém-se, acrescenta Theresa May.

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