"Este relatório apresenta casos de execuções extrajudiciais, muitas mortes sob detenção, tortura, desaparecimentos forçados e detenções em massa arbitrárias", disse em conferência de imprensa Anna Neistat, diretora de investigação da Amnistia Internacional.


"Em primeiro lugar e acima de tudo apelamos a uma investigação para estabelecer a responsabilidade deles e levá-los à justiça", acrescentou.




A cúpula militar nigeriana defende-se destas acusações. Em comunicado, o major general Chris Olukolade acusou a organização humanitária de pretender "chantagear" o exército.
 



Hugo Beleza