Os líderes das 20 maiores economias do mundo (G20) preparam-se para se comprometerem a apoiar esforços no sentido de encurtar para 100 dias o período necessário para desenvolver novas vacinas, medicamentos e testes numa situação pandémica, como a de covid-19.

Em circunstâncias normais, o desenvolvimento de vacinas demora, por vezes, mais do que uma década, mas a pandemia de covid-19 abriu caminho para um processo sem precedentes na pesquisa, testagem e procedimentos regulamentares que tornou possível desenvolver vacinas em menos de um ano.

De acordo com um rascunho de um comunicado do G20, a que a Reuters teve acesso, os líderes mundiais pretendem, agora, unir esforços para que o período de desenvolvimento de vacinas seja ainda mais curto.

Em situações de emergência sanitária provocadas por pandemias “vamos apoiar a ciência a encurtar o ciclo de desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes, terapêuticas e diagnósticos de 300 para 100 dias”, pode ler-se no documento, que os líderes do G20 pretendem adotar este fim-de-semana, na cimeira em Roma.

A agência de notícias adianta que o rascunho ainda poderá ser sujeito a alterações de última hora, mas fontes oficiais garantem que este compromisso não deverá ser alterado.

Beatriz Céu