em entrevista ao canal CNN,

«Na altura, não tínhamos conhecimento, nem nos apercebemos, do nível de risco. Além disso, na época, os membros do Estado Islâmico estavam escondidos dentro dos Jabhat al-Nusra e não se associavam à Al Qaeda».



«Não acredito que seja um movimento religioso, acho que é político e os guardas têm pontos de vista, por exemplo contra a democracia, que nada têm a ver com o Alcorão.».


«"Tínhamos muita dificuldade em conseguir o Alcorão. Estávamos muito aborrecidos e eles não nos queriam emprestar nada. A certa altura, durante três dias, tivemos o Corão em francês, mas perdêmo-lo num transfer».


«Víamos alguns deles nos corredores quando eram levados para as casas-de-banho e alguns deles deitados em poças de sangue (...). Podíamos ver correntes e cordas penduradas, ou barras de ferro».


«É difícil o suficiente perder a liberdade e estar nas mãos de pessoas, que sabemos que matam centenas de milhar de sírios, iraquianos, líbios, tunisinos locais, e que podem por bombas nos nossos países».


«O James era um amigo espetacular, ele nunca desistiu. Tinha um coração fantástico. Estava sempre a tentar conseguir coisas para os outros».


«Eles não gostavam do facto de ele não vergar, por isso era o mais espancado. Continuava a lutar e a argumentar, à sua maneira».



«Dá para ver pelo vídeo que ele não é o tipo de pessoa com que se quer lidar».


«Às vezes, a adaptação a jihadistas de outros países não é fácil, porque não partilham as mesmas ideias e comportamentos, e não têm os mesmos códigos. Às vezes, o ambiente torna-se muito tenso entre eles».