“Diálogo deve haver sempre, o problema é aquilo que se discute, os conteúdos. […] Se for bom para o povo, para o país votamos a favor. Não aceitamos uma política qualquer em nome da governabilidade. […] O PS demonstra que não quer de facto nem rotura nem mudança.”


"Encontrar novas formas de financiamento da Segurança Social pressupõe respeito pela TSU, manter os descontos, e em relação ao Valor Acrescentado Líquido das empresas, as que têm um lucro acima de meio milhão e meio de euros de lucro deveriam financiar com uma taxa."


"eixos essenciais" do programa eleitoral

“Nós, como devedores, temos direitos. Num quadro de renegociação dirigida pelo Estado português, é legítimo pagar o que devemos, e não dizemos que não pagamos, mas precisamos de desafogar este garrote.”


“Não defendemos isto como ato súbito. O que dizemos é que temos a obrigação de nos preparamos, como um processo, não como um ato súbito. “


Sobre a situação da Grécia, o líder comunista criticou aquilo que considera ser uma “chantagem” sobre o povo helénico e culpou o Executivo de Passos Coelho por “aplaudir” a atitude das principais potências europeias.

“As potências aceitaram fazer chantagem sobre um povo martirizado. Espanta-me que outros estados, incluindo o nosso, aplaudam esta chantagem que existe sobre o povo grego.”



"Enquanto tiver força e saúde, estou disponível para continuar esta luta imensa. Se o partido assim o entender, pode continuar comigo."