Foi a grande novidade em Barcelos, frente ao Gil Vicente: quase três meses depois, Samaris voltou à titularidade na equipa do Benfica, ao fazer dupla no meio-campo com Julian Weigl.

Coincidência ou não, os encarnados regressaram às vitórias, depois de quatro jogos sem vencer, e Bruno Lage explicou esta quarta-feira o que é o que a formação encarnada ganha e perde com o internacional grego em campo.

«Samaris a titular foi uma decisão em função do que era o momento e da estratégia do adversário. O Gil Vicente é forte no ataque à profundidade. Entendemos que ter Adel [Taarabt] disponível para construir e depois não ter ninguém para proteger a defesa podia ter dado mais espaço ao Gil. Assim optámos pelo Samaris para estarmos seguros e defendermos melhor e ter maior controlo do jogo com bola», disse Lage, na conferência de imprensa de antevisão à partida ante o Shakhtar, para a Liga Europa.

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Colocando Adel numa posição ou noutra [médio cento ou médio ofensivo] ou Rafa [na ala ou no meio], ganha-se e perde-se coisas. Os jogadores têm o seu próprio limite e as suas próprias competências. As escolhas são sempre um balanço daquilo que eles [jogadores] oferecem e em função do nosso adversário», prosseguiu.

Lage garantiu depois que aposta em todos os jogadores do meio campo do emblema da Luz: «Eu aposto em toda a gente: no Samaris, no Tino, no Julian [Weigl], no Adel [Taarabt], no David Tavares, qualquer um dos médios que está disponível está preparado para jogar.»

Rafael Vaz / Estádio da Luz, Lisboa