Declarações de José Gomes, treinador do Rio Ave, após o empate em casa diante do Belenenses (2-2), em jogo da 13.ª jornada da Liga:

«Não foi um jogo totalmente conseguido da nossa parte, também por mérito do Belenenses, que nos pressionou a saída de bola. Foi uma primeira parte equilibrada, em que não me lembro de nenhuma oportunidade clara de golo. Na segunda parte, estivemos melhor (...) Lançar mais cedo o Bruno Moreira? Todos os jogadores que estavam em campo estavam comprometidos com o jogo. Vivemos uma semana com alguns condicionalismos. Tivemos jogadores com limitações físicas e fomos obrigados a mexer no onze. Os jogadores que entraram estiveram bem. O Diego Lopes foi um dos problemas que tivemos esta semana. Saiu da equipa porque não tinha condições físicas para jogar.»

[Sobre a atuação da arbitragem] «É extremamente difícil ser árbitro, mas quem assiste tem de ficar esclarecido sobre o que é falta e o que não é e sobre até que ponto vai a intervenção do vídeo-árbitro. No lance do golo que nos é anulado há uma bola no braço do Vinícius. Mas se puxarmos o lance um frame atrás há falta (do Sasso) sobre o Vinícius. Qual seria a lógica de anular este golo se no início da jogada há falta a nosso favor? No penálti assinalado contra nós não há intenção nenhuma do Matheus Reis em tocar com o braço na bola. A bola só depois de lhe bater no peito é que lhe bateu no braço.»

No final da conferência de imprensa, o diretor de comunicação do Rio Ave manifestou a solidariedade do clube de Vila do Conde para com Nuno Pinto, jogador do Vitória de Setúbal a quem foi diagnosticado um linfoma.

Sérgio Pires / Estádio dos Arcos, em Vila do Conde