A animar a sessão na praça nacional está a Sonaecom, com as acções a atingirem logo pela manhã novo máximo desde 2001, ao cotarem-se nos 3,94 euros. Os títulos da subsidiária para as telecomunicações reforçam, assim, a valorização da última sessão, depois da Anacom permitir a comercialização do telefone fixo sem assinatura mensal, ainda que com restrições várias. As acções da dona da Novis somam 1,81% para os 3,93 euros.

Por seu lado, a holding, a Sonae SGPS, segue estável nos 1,03 euros, mas é o título com maior liquidez ao registar mais de um milhão de títulos transaccionados.

Em alta segue também a Impresa, que fixou também novo máximo desde Abril de 2001, nos 5,47 euros. AS perspectivas positivas para o mercado publicitário para 2004 e 2005, assim como um eventual controlo da estação de televisão SIC estão a impulsionar o título. As acções somam 0,74% para os 5,46 euros.

O Banco Comercial Português (BCP) também estimula os ganhos desta manhã. O maior banco privado português avança 0,54% para os 1,85 euros. Os restantes pesos pesados seguem estáveis. A Portugal Telecom (PT) situa-se nos 9,23 euros, enquanto que a Energias de Portugal (EDP) segue nos 2,23 euros.

No resto da Europa, os ganhos são superiores ao verificado na praça de Lisboa. O índice alemão DAX soma 0,49%, o índice francês CAC ganha 0,43%, o índice londrino FTSE sobe 0,15% e o índice IBEX avança 0,41%. Contudo, a subida do preço do petróleo e a valorização do euro estão a condicionar maiores ganhos.

As bolsas asiáticas terminaram a sessão desta terça-feira em forte alta, a beneficiar das expectativas de recuperação no sector retalhista norte-americano, principal destino das exportações nipónicas. Assim, a bolsa japonesa registou um ganho de 1,17%no índice Nikkei. A bolsa de Hong Kong, no índice Hang Seng, ganhou 1,13%, conquistando a barreira dos 14 mil pontos, a beneficiar da subida dos títulos da companhia aérea Cathay Pacific.
Sandra Pedro