«O decorrer de um período de férias caracterizado pela continuação de incertezas quanto à solidez da economia norte-americana e o resultado das eleições presidenciais nos EUA, conjugado com a instabilidade dos preços de petróleo, fez com que o mercado accionista tivesse obtido performances negativas durante o mês de Agosto (-0,5%)», salienta a mesma em comunicado.

O ciclo descendente que os mercados de acções começaram a desenhar em Julho, acabou por se prolongar ao longo do mês de Agosto. «No que respeita ao mercado de acções europeu, este desvalorizou 0,9%, atingindo em termos acumulados um ganho de 4,5%», refere.

AS obrigações da taxa fixa da Zona Euro registaram uma valorização de 1,4% em Agosto, em especial nas maturidades mais longas, nomeadamente a 10 anos, com uma performance acima de 2%.

«Em termos globais, os fundos de pensões portugueses detêm uma alocação de 25% a acções e 64% a obrigações/liquidez. A classe de hedge-funds tem uma alocação de aproximadamente 4% cada e o imobiliário de 7%.»
Sandra Pedro