A cantora e compositora Luísa Sobral inicia esta sexta-feira, em Coimbra, no Convento S. Francisco, uma digressão ibérica por oito palcos nacionais e quatro espanhóis, de apresentação do seu novo álbum, “Rosa”, editado em novembro último.

Luísa Sobral, nesta digressão, apresenta a sua nova banda, partilhando o palco com Manuel Rocha, nas guitarras, e um trio de sopros constituído por Sérgio Charrinho, no fliscorne, Ângelo Caleira, na trompa, e Gil Gonçalves, na tuba.

A digressão abre esta sexta-feira em Coimbra, no Convento S. Francisco, mas prossegue em mais sete palcos nacionais:

  • 9 de fevereiro - Casa da Música, no Porto
  • 14 de fevereiro - Fórum Municipal Luisa Todi, em Setúbal
  • 22 de fevereiro - TivoliBBVA, em Lisboa
  • 9 de março - Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco
  • 15 de março - Casa da Cultura de Ílhavo, em Ílhavo, Aveiro
  • 23 de março - Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha
  • 10 de maio - Altice Fórum Braga, no Minho

Já em território espanhol, são quatro os palcos onde a cantora e compositora vai atuar:

  • 6 de abril -  Auditorio y Palacio de Congresos de Castellón, na Comunidade Valenciana
  • 9 de abril - Palco do Teatro Cofidis Alcázar, em Madrid
  • 11 de abril - Luz de Gas, Festival GuitarBCN, em Barcelona
  • 13 de abril - Pontevedra no Pazo da Cultura, no âmbito do ciclo "Voices" 

Em declarações à agência Lusa, em novembro passado, Luísa Sobral definiu o novo álbum, “Rosa”, como “um disco de 'cantautor', em que as letras são mais importantes", em que "é quase como estar num concerto”.

Luísa Sobral assina, letra e música, as onze canções que constituem o CD, que tomou o nome de “Rosa”, em homenagem à sua filha, pois foi composto durante a sua gravidez, o que influenciou o trabalho final.

Este disco conta histórias e fala de amor, como todos os meus álbuns, mas este tem uma sonoridade diferente, e as canções estão mais expostas, além da minha voz estar um bocadinho diferente, porque durante a gravidez fiquei muito rouca, o que influenciou a forma como compus, mas decidi gravar assim, com a voz que me fez escrever as canções”, disse.

 

O mais diferente é o disco ser todo cantado em português, o facto de ser tão despido, e mudei o grupo de acompanhadores, que anteriormente eram guitarra, piano, bateria e contrabaixo, mas continuo a ser eu na composição, e com as minhas características”.

Um disco “simples”, disse, mas que é o que mais gosta na arte, “pois é mais direto e chega ao coração das pessoas”.

A palavra simples é muitas vezes subestimada, mas, para mim, simples é o melhor, é o mais fácil de chegar às pessoas. E, às vezes, vamos analisar o ‘simples’ e não é nada tão simples assim, mas acaba por parecer, e é o que mais gosto na arte, parecer simples e afinal não ser”, argumentou.

Luísa Sobral, em novembro do ano passado, atuou no Jornal das 8, da TVI, para apresentar alguns dos novos temas.