"Procurei cidades com um tipo de atividade e de diversidade cultural que tivesse cenas musicais novas, desde Amesterdão, com o 'bubbling', a São Paulo, com o novo 'baile funk', à Cidade do Cabo com 'gqom', o 'house' da África do Sul", disse Branko à agência Lusa.








"É uma obsessão musical. Passo horas na Internet, a fazer pesquisas, no SoundCloud. Os meus pais tinham a 'Enciclopédia Luso-brasileira de Cultura', com onze ou doze volumes e lembro-me de pensar que estava ali o mundo todo. Acho que tento fazer isso, criar uma enciclopédia mental, tenho essa necessidade de catalogar ritmos e tipos de 'loops'."










"Foi uma decisão ponderada. Demorou o verão todo a ser tomada e não significa o fim. Vamos tentar sair da nossa pele de banda, olhar para a nossa música e ver se é essencial o que estamos a fazer."