Antes da felicidade que o Death Metal pode ou não gerar aos ouvintes, importa enunciar um estudo da Universidade de Melbourne, que ficou infame entre os "metaleiros", que garantia que este estilo de música tinha um impacto negativo sobre os adolescentes. É a partir deste estudo, feito em 2011, que outros investigadores se propuseram uma nova análise para refutar estes dados. 

Em 2015, cientistas da Universidade de Queensland revelaram que o Death Metal ajuda o público a baixar "os níveis de hostilidade, irritabilidade e stress". Depois deste resultados, Yanan Sun, Xuejing Lu, Mark Williams e William Forde Thompson, da Universidade de Sidney, concluíram que "ouvir música violenta não torna, necessariamente, as pessoas mais violentas". 

O estudo, publicado no jornal Royal Society, vai ainda mais longe e assegura que o Death Metal pode tornar as pessoas mais felizes. A investigação contou com a participação de mais de 80 pessoas, fãs ou não deste estilo, que ao ouvir esta música violenta, mostraram-se mais felizes. 

Em declarações à BBC, William Forde Thompson garante que "a resposta mais comum em relação à audição deste estilo musical é a alegria".