Constança Cunha e Sá analisou, esta quinta-feira, o debate entre Rui Rio, Miguel Pinto Luz e Luís Montenegro: os três candidatos às eleições internas do PSD para a presidência do partido.

A comentadora considerou não ter sido “um debate que se recomende”, citando palavras de dois dos candidatos, que disseram que “não tinham de estar na primeira parte”.

Constança Cunha e Sá não acredita que este tenha sido um “debate de divergências”, uma vez que “a primeira parte mostrou as divisões que existem entre os candidatos mas, por outro lado, na segunda parte, mostrou que as políticas essenciais para o país, seja nas políticas económicas, seja nas políticas de saúde, de educação e nas politicas fiscais, nada de relevante os separa”

A comentadora explica que, por esse motivo, considera que “a primeira parte tem um ar de lavar a roupa suja”, com os três candidatos a apurar quais os tiveram mais derrotas eleitorais.

Para mal do partido, dá a ideia que esse debate ficou empatado porque todos eles perderam", considerou Constança.

 Falando sobre a segunda parte do debate, a comentadora considerou que "a única divergência que existe entre os 3 candidatos é a posição do PSD em frente ao PS.

Miguel Pinto Luz e Luis Montenegro partem de um principio que é uma fantasia: partem do princípio que vivemos na legislatura anterior, que existe uma geringonça”"

Durante o espaço de comentário, Constança considerou que "há ali dois candidados com maiores hiposteses de ganhar: Luís Montenegro ou Rui Rio”. Já em relação a Miguel Pinto Luz, a comentadora questiona Miguel Pinto Luz sobre "o que este quer dizer com os ímpedes reformistas que o PSD teve no Governo de Cavaco Silva”