“Aliás o Presidente da República deu-lhes um forte impulso nesse sentido e afinal não vai ser assim. Se há coisa que estas eleições e este processo posterior dinamitou é essa ideia de que o que se elege são os candidatos a primeiro-ministro e os governos. O que se elege é a Assembleia da República."


"Quem dá um passo destes naturalmente dá um sinal à sociedade de que podem contar com eles e com os compromissos que vão estabelecendo".


é um governo muito mais frágil"

"Mas há coisas que nós sabemos já. Os partidos que seleccionaram o PS como partido para governar, não querem fazer parte do governo. E também sabemos que o acordo a que chegam não é um acordo único, são vários acordos (...) de programa de governo que em Portugal nunca significou viabilizar um programa de governo. Portanto, temos aqui um sinal de que os partidos querem ficar na oposição. Do ponto de vista conceptual parece-me evidente que é um governo muito mais frágil." 



um acordo à esquerda estar fechadonão deu sinais de esmorecer