Paulo Portas acredita que a questão do Brexit está a trazer ao mapa geopolítico falta de paz e mantém-se numa confusão quase sem fim à vista.

Impaciência a crescer tanto do lado do Reino Unido como da União Europeia continental” à medida que o dia 12 de abril se aproxima.

Os números de Mário Centeno e deste primeiro-ministro socialista também foram abordados no espaço de comentário.

António Costa “converteu-se à disciplina das finanças públicas, ou seja, ter contas certas é uma coisa boa para o país”, afirmou o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros.

A visita de Xi Jinping a Paris trouxe ao Global a análise à influência chinesa na Europa. De acordo com Paulo Portas, todos querem o investimento chinês.

No que diz respeito a eleições, o comentador analisou dois casos distintos: o relatório Mueller, relacionado com as eleições nos Estados Unidos, que veio concluir que não existem provas de conluio entre a equipa da campanha eleitoral de Donald Trump e Moscovo nas presidenciais de 2016 e as eleições em Israel.

Nunca acreditei que o Sr. Trump tivesse feito uma conexão russa”, afirmou Paulo Portas em relação ao primeiro, depois de dizer que não é adepto de teorias da conspiração.

Por outro lado, foi ainda analisada a situação atual em Israel e as eleições em Telavive.