"Não é possível existirem problemas no sistema financeiro que não caia uma fatura no Estado e ao cair no Estado seremos nós a pagar com os nossos impostos. Onde existe fantasia é que qualquer problema não tem a mínima das consequências para o contribuinte."


"Acho que foi muito infeliz pelo facto de ter arranjado esse momento para fazer uma reflexão sobre o Banco de Portugal. Não é o momento adequado para se refletir sobre o Banco de Portugal, muito menos a propósito de um problema que hipoteticamente possa existir no setor bancário."


"Aquilo que um governo pode fazer sobre as funções, instituições, as relações, o funcionamento do Banco de Portugal deve ser quase nulo. O Banco de Portugal é independente do Governo e, por outro lado, temos o controlo, a supervisão e a superintendência do Banco Central Europeu."