Miguel Sousa Tavares não percebe como foram cobradas "quatro vezes mais refeições do que o número de bombeiros no terreno", durante o incêndio de Mação, em 2017. No espaço de opinião, no Jornal das 8 de segunda-feira, o editor e comentador  diz que "Jaime Marta Soares não esclareceu a polémica"

Este empurrar de culpas mostra que há aqui marosca"; defendeu Miguel Sousa Tavares

Em entrevista no Jornal das 8 esteve Lúcia Leite, presidente da Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE), que defendeu aumentos salariais para os enfermeiros e diminuição do tempo de idade para a reforma.

Miguel Sousa Tavares perguntou por diversas vezes onde deveria o Estado encontrar os 500 milhões de euros para satisfazer as exigências dos enfermeiros, mas a presidente do ASPE fugiu à pergunto. Em defesa garantiu que “tem colegas que não podem sequer sonhar com uma carreira”.

Sobre a idade da reforma, Lúcia Leite defende os 57 anos para a reforma dos enfermeiros. O argumento usado foi “o desgaste provocado pelos cuidados prestados aos doentes”.

Não me vai dizer que os enfermeiros precisam de se reformar mais cedo que um mineiro ou um pedreiro?”, perguntou de forma irónica Miguel Sousa Tavares

Durante a entrevista, a presidente da ASPE defendeu que a greve dos enfermeiros está a ser positiva para o Sistema Nacional de Saúde.

O Facebook faz 15 anos e foi um dos temas em debate que contou com Rita Pereira e Nuno Ribeiro. Miguel Sousa Tavares defende que as redes sociais, onde o comentador não tem conta, são uma das "maiores ameaças à liberdade de imprensa".  

É importante estar nas redes sociais para saber que somos seres humanos, para além das personagens", defendeu Rita Pereira.

Foi com as redes sociais que a atriz, que é uma das portuguesas mais seguida na Internet, diz que se "mostrou aos fãs". Rita Pereira garante que foram as redes sociais que "a ajudaram a proteger das notícias falsas".   

Cada um tem a liberdade de decidir se quer ou não estar nas redes sociais", disse Nuno Ribeiro

Nuno Ribeiro, especialista em privacidade nas redes sociais, garante que são os utilizadores que "definem o tipo de exposição que têm".  Sobre a difusão de notícias falsas o especialista garante que "a culpa não está na rede, em si, mas nos grupos de interesse que as utilizam por isso"