Acabou em desacordo «ultimato claro» a Atenas

«A posição do Eurogrupo deixa a Grécia sem saída. Estamos a pisar terreno muito perigoso. Hoje foi dado um passo em frente para o precipício (…). Ou há uma pirueta de última hora – o ministro grego das Finanças dizia que estava otimista e lembrou que ultimatos não deram bom resultado na Europa; ou não se vê forma de ver acordo (…). O facto de ter sido votado de forma unanime mostra que só há uma linha , que é a linha dura da austeridade (…) Se a Grécia for obrigada a sair, mostra que só há único caminho»




«O Eurogrupo não aceita sequer discutir. A Grécia é obrigada a aceitar atual programa contra o qual se candidatou»


«É impensável. É arrepiante ouvir uma coisa destas de um ministro de Estado, que fala assim de outro país. É uma atitude de ‘têm a saída que merecem', uma atitude de punição. 'Então, pumba, terão de vergar e sair para a rua’ »


Redação / VC