Paulo Portas defende que "às vezes é um bocado irritante como Bruxelas trata os cidadãos como débeis mentais". No programa "Global" deste domingo aludiu com isto à posição da Comissão Europeia perante os défices previstos por França e Itália para 2019, constatando que houve "dois pesos e duas medidas".

O problema do défice e da dívida de Itália e França são sérios e tendem a agravar-se".

Em análise, estiveram ainda as demissões recentes no governo de Donald Trump, "uma coisa assombrosa que não é propriamente de inspirar confiança", e ainda o anúncio indicativo do presidente dos Estados Unidos sobre a retirada de tropas da Síria, a "desgraça da nossa vida contemporânea".

Acho que já toda a gente percebeu que não é possível vencer Assad".

Houve tempo também, ainda a propósito dos Estados Unidos, de comentar a subida dos juros anunciada pela reserva federal norte-americana anunciou subida dos juros, por contraposição ao que se passa na Europa. Há uma explicação, segundo o comentador da TVI.

No final do programa, Paulo Portas destacou que passaram na última semana os 40 anos da abertura da China ao mundo e contou uma pergunta que lhe fez um aluno seu. Uma pergunta "simples", mas "difícil".

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