Afirmando que o país vizinho deve virar à esquerda depois do acordo entre Pedro Sánchez e Pablo Iglesias, o comentador referiu uma dupla faceta do líder do Podemos, que “é catalanista na Catalunha e espanholista em Madrid”.

Relativamente ao crescimento da extrema-direita em Espanha, Paulo Portas refere que é o Partido Popular quem sai mais prejudicado. A ascensão do VOX, diz, favorece os socialistas.

Quando não havia VOX, ganhavam os conservadores. Com o VOX ganha o PSOE”, afirmou.

Confusão em espanhol e em português

A América do Sul atravessa dias de grandes tumultos. Na Bolívia já há registo de mortos, enquanto no Chile os protestos, além de vítimas mortais, condenam a economia do país.

A América Latina está toda em convulsão. Não há um país que esteja bem”, referiu.

Em tons mais aportuguesados, Paulo Portas analisou a libertação de Lula da Silva, o antigo presidente do Brasil que saiu da prisão depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal.

Libertação de Lula deu apoio a Bolsonaro", afirmou.

Estados Unidos e Reino Unido com eleições à vista

Por terras europeias, Paulo Portas afirmou que há uma tendência para que os dois maiores partidos do Reino Unido possam crescer, deixando o UKIP de Nigel Farage em dificuldades.

Relembrando que os conservadores de Boris Johnson têm crescido nas áreas de classe social mais baixa.

Nos Estados Unidos, e em dias que se faz a análise à destituição de Donald Trump, Paulo Portas analisou as diferentes visões dos putativos candidatos do Partido Democrata à Casa Branca.