TVI24

“Não consigo estar solidária porque sou social-democrata e mantenho-me dentro da matriz social-democrata. A ideia com que a social-democracia encara o Estado social assenta em três pilares: a educação, a saúde e a segurança social. E aí considera-se que uma parte importante destes pilares são fornecidos pelo Estado. Se assim não for, entramos num regime assistencialista, o Estado paga aos pobrezinhos.”


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“No texto vê-se a liberdade de opção e o reforço do papel regulador e fiscalizador do Estado. Em todos os setores há liberdade de escolha e um regulador para tudo. [...] Uma coisa é o Estado ser libertado de determinadas funções que podem ser desempenhadas pelo setor privado. Agora isso não significa que o Estado não tenha que fornecer este serviço em quantidade e em qualidade à população e o Estado deva a ficar a olhar apenas pelos que não podem efetivamente pagar.”


“Ao fim de dez anos, ficamos com um setor em que a qualidade do ensino no privado é para alguns e o público vai ficar com a parte de menor qualidade e portanto para os que menos podem.”


TVI24“como sabemos o setor energético tem imensas dificuldades financeiras”

“Não consigo entender porque a sobretaxa do IRS só acaba em 2019 e a contribuição especifica sobre o setor da energia, que como sabemos tem imensas dificuldades financeiras, acaba logo em 2018. E portanto acho que isso é verdadeiramente discutível.  A questão das mães significa que lhes estão a fazer uma promessa para daqui a 40 anos.”


"Vê-se que há muitas intenções, mas se a situação não melhorar nada daquilo acontece. O primeiro-ministro deu uma entrevista ao Negócios em que diz que inevitavelmente os juros vão aumentar e o preço do petróleo vai aumentar, ou seja, a situação vai ser pior. Está-se a dizer às pessoas que provavelmente aquilo não se vai alcançar."